Mesmo com extensão do horário de votação, seções eleitorais em Osasco (SP) encerraram processo ás 17h

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Em Osasco (SP), todas as seções eleitorais foram encerradas sua respectiva votação ás 17h - Crédito: Paulo Pinto

Após pedidos do PL e PT para prorrogação do prazo de votação, que se encerrava ás 17h, o Supremo Tribunal Federal (STF), através do ministro Cristiano Zanin, ex-advogado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e anuência do também ministro Kássio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), prorrogou este processo até ás 19h. Contudo, esta atividade foi encerrada ás 17h, em Osasco (SP).

De acordo com apuração do portal Correio de Osasco, as 1.641 seções eleitorais, que o município possui, distribuídas em seis zonas eleitorais, encerram o processo de votação ás 17h. Entretanto, os chefes de cartório de ambas as zonas afirmaram que não houve problemas durante o processo de votação e tampouco o surgimento de eleitores para votar após o horário previsto inicialmente para o fim da atividade.

“A informação sobre esta decisão chegou após ás 17h [decreto foi publicado ás 16h57], e já havíamos fechado todas as urnas desta zona eleitoral. E também não apareceu ninguém para votar depois das 17h”, explicou Ana Neres, chefe de cartório da 332º Zona Eleitoral.

Os mesmos também revelaram que não houve maiores problemas durante o período de votação que pudesse comprometer a votação. Contudo, houve a constatação da falta de energia, rapidamente reestabelecida, em seções eleitorais da 277º Zona Eleitoral. Já na 331º Zona Eleitoral urnas eletrônicas tiveram que ser substituídas por problemas diversos no equipamento.

“Houve poucas ocorrências, mas nada que pudesse comprometer a votação. Algumas urnas foram substituídas. Procedimento normal. O juiz [Bruno Straforini] nos orientou para que as informações possam ser solicitadas junto à assessoria de imprensa do TRE-SP”, disse Pedro Goulart, chefe de cartório.

Os pedidos de prorrogação do período de votação por parte das respectivas siglas partidárias se deram por motivos variados. O PL apontou possível prejuízo aos eleitores do Sul do País em função da condição climática. Já os petistas alegaram que a redução na frota de ônibus do transporte público poderia comprometer a chegada dos votantes à seus locais de votação.

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