A novela envolvendo o fim do período de reformas do Fórum Trabalhista, localizado na Vila Osasco, parece ter seu capítulo final nesta sexta-feira (23). Isso por que a Justiça do Trabalho, da 2ª região, deve viabilizar na data destaca a retomada plena das atividades no local. As obras de benfeitorias começaram durante o mês de agosto do ano anterior.
Em virtude das obras estruturais naquele ambiente, o atendimento ao público foi interrompido. Diante deste cenário, o expediente se dava, através, de videoconferência. A obra, que não teve seu valor revelado, estava prevista para ser concluída em dois meses. Entretanto, segundo apuração do portal Correio de Osasco, imprevistos estruturais motivaram a ampliação do prazo de entrega.
“As intervenções promovidas neste edifício representam o nosso compromisso com a valorização do serviço público e com o bem-estar de cada magistrado(a), servidor(a), advogado(a), terceirizado(a) e cidadão(ã) que busca na Justiça do Trabalho a solução para seus conflitos”, afirmou Sueli Ponte, desembargadora-presidente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-2).
Contudo, o respectivo tribunal estabeleceu uma data para que a Secretaria de Infraestrutura, Logística e Administração Predial – departamento municipal -, pudesse apresentar atualização técnica sobre as intervenções, acompanhada de um cronograma de atividades pendente, que segundo fontes do Correio de Osasco, ocorreu na última sexta-feira (16).
As intervenções contemplaram a renovação da fachada do edifício e a restauração do sistema de climatização visando proporcionar condições mais adequadas ao desenvolvimento das atividades institucionais. Já o juiz Gabriel Filho, que pertence aos quadros do Fórum osasquense, destacou o esforço do Tribunal para oferecer um ambiente mais seguro, confortável e digno a quem procura a Justiça do Trabalho.
“A qualidade do espaço físico também comunica ao cidadão que seu problema é relevante e receberá a atenção necessária. O magistrado agradeceu aos(às) servidores(as) que mantiveram a prestação jurisdicional durante a reforma”, concluiu Filho.



