Eleições 2026: Onde estão as tais propostas e projetos?

Candidatos aos mais diversos casos públicos optaram pelo embate agressivo e dissimulado como projeto, e assim, tentar angariar votos
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Coluna Sem Rodeios – Começo a minha dissertação clamando por aquele que é o maior de todos e nos permitiu fazer parte deste planeta. Jesus Cristo, salve a nossa nação brasileira! É inadmissível o comportamento e postura dos candidatos, que participam e ou participaram do processo eleitoral brasileiro neste ano. Onde estão as propostas e os tais projetos para que o nosso País possa seguir, de fato, a ORDEM e PROGRESSO?

E o mais curioso é que esta conduta tem o apoio da população. De quem será a culpa do desgoverno e da falta de comprometimento com as necessidades de um povo tão sofrido e machucado? Como culpar um governante que depende de uma quantidade expressiva de votos para ocupar um cargo seja no Legislativo ou no Executivo? Até por que, somente com o voto dele, de amigos, conhecidos e familiares não seria capaz de alcançar tal feito.

O vazio e a ausência de senso comum, independente do resultado das urnas neste 2ª turno da eleição presidencial, saíram vitoriosos. A sociedade escolheu o nada para representá-la e, com isso, colocou em risco o que temos de mais sagrado no Brasil: a DEMOCRACIA. Valeu mais uma agressão física ou verbal como possível “projeto” do que a discussão sobre o que é preciso fazer para acabar ou minimizar situações que nos deixaram na miséria.

Todo ser humano é falho e comete erros. Mas, escolher aqueles que não tem nada a oferecer é realmente algo para ser discutido, urgentemente, para que possamos evitar o pior. Tudo isso em nome do conservadorismo. Será mesmo? Tudo virou censura. Tudo agora é contra a liberdade de expressão, que muitos sequer sabem o que significa. Contudo, esqueceram de falar que liberdade de expressão não tem o mesmo significado de agressão.

O que esperar de uma nação em que o próprio cidadão se limita a defender personagens e não suas reais necessidades? Esse precisa ganhar por que não gosto do outro. Entretanto, se esquecem que propostas ruins e uma administração ruim, todos irão pagar um preço muito alto. Sem excessão. Mas, se este governo tiver um resultado positivo, todos serão beneficiados. Neste exato momento, isso parece uma utopia.

E quando este mesmo cidadão, que briga e até parte para a agressão, não sabe para quem dedicou seu voto para vereador, deputado estadual, senador e deputado federal? Que por sinal, é este o que mais reclama e exige. Precisamos fazer, antes de mais nada, um rigoroso exercício de consciência, em especial, sobre a valorização do coletivo e não de feudos ou do seu próprio umbigo.

Uma nação próspera não se constrói sozinho. A todo e qualquer momento estamos sempre precisando de alguém que possa suprir as nossas necessidades. Se precisamos de emprego recorremos à um empresário. Se queremos pão nos direcionamos para uma padaria. Para abastecer o carro precisamos dos postos de combustíveis. Quando necessitamos de comida e outros alimentos vamos aos estabelecimentos comerciais. Ou seja, estamos sempre precisando uns dos outros constantemente.

Na política essa máxima não é diferente. Os políticos precisam dos votos dos eleitores para conquistarem espaço no legislativo ou executivo. E é esse mesmo eleitor, que a cada eleição, demonstra mais e mais despreparo e até, de certa forma, menosprezo com o futuro da sociedade. Como cobrar algo de alguém que não esconde a falta de capacidade para assumir um dos cargos sociais mais nobres de uma nação? E, ainda, assim, é contemplado.

A culpa do regresso do País não é dos políticos. Esse deslize deve ser atribuído ao próprio povo. Aliás, ele é maioria e faz suas próprias escolhas. Somente o povo é capaz de reverter este cenário. De que maneira? Cobrando o funcionamento, de fato e real, de necessidades básicas como Saúde e Educação, além de tantas outras. Uma nação politizada e não alienada tem maior discernimento para escolher e trabalhar na construção de um país melhor.

O Brasil é um dos poucos, quiçá o único, a ter recursos suficientes para suprir suas necessidades sem a dependência de qualquer outro país. Precisamos cuidar melhor da nossa riqueza, isso por que os estrangeiros, que pouco ou quase nada tem, a cada dia que passa estão de olhos atentos e abertos no nosso desprezo por aquilo que temos e nos pertence. Cada vez mais querem investir no Brasil com uma contrapartida nebulosa e escabrosa. Ou seja, querem a riqueza que tanto desvalorizamos. Precisamos aprender, de uma vez por todas, a cuidar do nosso rico e lindo País.

Entretanto, não é com o fascismo, ditadura e autoritarismo que vamos alcançar esse entendimento. Vamos chegar neste ponto quando entendermos que todos unidos podemos ser fortes e combater, de fato, as mazelas que nos assolam. A única bandeira que devemos defender é aquela que expressa um comando verdadeiro e único. Ou seja, a ORDEM e o PROGRESSO! E nada mais que isso.

Quem sou eu? – Graduado em jornalismo pelo Centro Universitário Nove de Julho – UNINOVE -, Campus Vila Maria, e jornalista desde 2006, quando tive o meu primeiro conteúdo jornalístico publicado pelo portal Inove.

Também tenho passagens pelo ilustre portal Futebol Interior, onde inclusive tive a oportunidade de participar da equipe de cobertura da Copa do Mundo de 2014, realizada no Brasil, portal GuarulhosWeb, jornal Guarulhos Hoje e Rádio Bandeirantes, na condição de integrante do quadro RB News Cidades.

Além destas experiências, participei como convidados de diversos programas esportivos como da extinta TV Terra, RIT Esportes, No Mundo da Bola, da TV Brasil, entre outros. Pude também atuar como assessor de imprensa de clubes e atletas de futebol, e empreender com a implantação dos portais Diário da Bola, Tribuna da Grande S.Paulo e Correio de Osasco.

É FATO!